Arquivo de outubro \14\UTC 2009

14
out
09

Metáw

Chegou a hora, amigos. Inauguro neste instante a categoria na qual falarei sobre música, neste infeliz blog. E, pra começar, não poderia ser diferente: a seguir vocês encontrarão uma análise de um dos álbuns da minha banda favorita, Arch Enemy, que fica na frente até de Metallica.

O álbum a ser comentado aqui será o primeiro com a maravilhosa Angela Gossow no vocal, o Wages Of  Sin. É considerado por muitos o melhor álbum da história da banda, mas não é o meu preferido. Aliás, é importante deixar claro que não trabalharei aqui com as palavras “melhor” e  “pior”, em nenhum de meus posts. O mesmo serve para as palavras “bom” e “ruim”. Os motivos só eu tenho a capacidade para entender, portanto, não questionem.

Primeiro, uma ficha técnica do álbum em questão, só pra imitar meu companheiro Presunto.

wagesofsWages Of Sin (2001)

1 – “Enemy Within” – 4:21
2 – “Burning Angel” – 4:17
3 – “Heart of Darkness” – 4:52
4 – “Ravenous” – 4:06
5 – “Savage Messiah” – 5:18
6 – “Dead Bury Their Dead” – 3:55
7 – “Web of Lies” – 3:56
8 – “The First Deadly Sin” – 4:20
9 – “Behind the Smile” – 3:38
10 – “Snow Bound” (Instrumental) – 1:34
11 -”Shadows and Dust” – 4:27
12 – “Lament of a Mortal Soul” (Bonus Track) – 4:06

(copiei descaradamente da Wikipédia)

Trata-se de uma banda sueca de Death Metal Melódico. Ela conta com Daniel Erlandsson na bateria, Sharlee D’Angelo no baixo, Michael Amott e seu irmão Christopher Amott nas guitarras e a alemã Angela Gossow no vocal.

Esse álbum foi o primeiro gravado assim que Angela Gossow entrou na banda, com a saída do antigo vocalista, Johan Liiva. Segundo o guitarrista e líder da banda, Michael Amott, ele foi expulso por não estar se apresentando de maneira decente ao vivo. Angela foi a escolhida para substituí-lo, já que Michael havia gostado bastante do que viu em uma fita de uma apresentação dela com sua antiga banda. A fita havia sido deixada com ele em uma entrevista feita com a banda pela própria Angela Gossow, que trabalhava como repórter.

A partir dessa entrada de Angela e do lançamento do Wages Of Sin, a banda começou a ganhar muito mais reconhecimento. Acredito que seja em grande parte por causa da loira que canta feito o capeta, realmente. Atualmente a banda só cresce cada vez mais.

O álbum começa com Enemy Whithin, a primeira música que ouvi do Arch Enemy e que me deixou espantado e até assustado com essa mulher encapetada cantando. Não é uma das minhas preferidas atualmente, mas é ótima ao vivo e é porrada do começo ao fim, com belos solos, coisa que é encontrada em todas as músicas do Arch Enemy. Ela é uma boa introdução para o álbum, uma vez que começa melódica com teclado para de repente explodir na bateria.

Depois temos Burning Angel, que possui riffs belíssimos e mostra perfeitamente o que é o Death Metal Melódico. O começo é empolgante demais, com uma melodia maravilhosa de guitarra. O vocal da Angela é um vocal que mantém-se praticamente na mesma linha o álbum inteiro. É o demônio cantando, em sua versão feminina.

Heart Of Darkness é uma música mais pesada, mas continua com a bela linha melódica.

A música seguinte, Ravenous, é outra música com riffs maravilhosos, belas melodias e um refrão pegajoso, coisa que eu particularmente adoro.

Savage Messiah e Dead Bury Their Dead são marcantes como as anteriores. A primeira é arrastada e possui um clima sombrio. É a mais lenta do álbum e o refrão também é uma coisa que gruda. A segunda é uma das minhas favoritas dentre todas da carreira da banda. Possui partes rápidas e partes mais lentas e é excelente para ser tocada ao vivo. O vocal da Angela aqui é algo surpreendente, com urros que me arrepiam. Não preciso mencionar os maravilhosos solos, por estarem presentes em todas as músicas. O mesmo se aplica à bateria, maravilhosa durante o álbum inteiro.

Web Of Lies é uma música que não chama tanta atenção. Mais pelo fato de estar entre duas músicas magníficas do que por outra coisa. Tem uma bela melodia e novamente um refrão grudento.

A próxima música é outra que está entre minhas preferidas da banda e é minha preferida do álbum. The First Deadly Sin é uma das músicas mais pesadas que eu já ouvi na vida e, não fosse por uma paradinha no meio, para depois entrar o solo, seria porrada do começo ao fim. A Angela aqui agrada até os mais chatos em relação ao vocal dela (estou falando de você, Presunto). O baixo do Sharlee ganha mais destaque nessa música, também.

Behind The Smile é meio diferente das outras, meio esquisitona, com um refrão sem guitarras. Não me agrada tanto. A seguinte, Snow Bound é uma instrumental belíssima. Só me desagrada pelo tempo de duração, que é muito curto.

As duas últimas músicas, Shadows And Dust e Lament of a Mortal Soul, são mais pesadas e também são ótimas para um show. Finalizam muito bem o álbum.

O álbum como um todo é bem aquilo que se espera de um Death Metal Melódico com muita influência do Thrash. Agressividade, melodias maravilhosas e riffs e solos muito criativos, aliados a um belo gutural desse traveco dessa mulher encapetada. Aliás, um bom número de pessoas só não gosta de Arch Enemy por ser uma mulher no vocal. Eu sei lá, acho que é questão de costume. Ou não. Eu  gosto bastante do fato de ser uma mulher cantando.

Até mais, espero que tenham gostado desse post de merda .

13
out
09

a análise pessimista da coisa

AVISO: esse é um post que pode ser considerado emo.

“Você já amou? É horrível, não? Você fica tão vulnerável. O amor abre o seu peito e abre o seu coração e isso significa que qualquer um pode entrar em você e bagunçar tudo. Você ergue todas essas defesas. Constrói essa armadura inteira, durante anos, para que nada possa lhe causar mal…
Aí uma pessoa idiota, igualzinha a qualquer outro idiota, entra em sua vida. Você dá a essa pessoa um pedaço seu, e ela nem pediu. Um dia, ela faz alguma coisa besta como beijar você ou sorrir, e de repente sua vida não lhe pertence mais. O amor faz reféns. Ele entra em você. Devora tudo que é seu e lhe deixa chorando na escuridão.
E então uma simples frase como ‘talvez devêssemos ser apenas amigos’ se transforma em estilhaços de vidro rasgando seu coração. Isso dói. Não só na sua imaginação ou mente. É uma dor na alma, uma dor no corpo, é uma verdadeira dor, que entra em você e o destroça por dentro. Nada deveria ser assim, principalmente o amor.”

Texto de autoria desconhecida.

09
out
09

Enquanto isso, na terra do Manuel…

portugas

Muito interessante, né?  Roubei lá do testosterona.

Comentaram também que nossa querida bunda, em sua totalidade, é conhecida por CU, mesmo.
Imagina a situação de uma mãe brigando com os filhos: “Seus canalhas! Vou meter a mão nos seus cus!”

Legal é a situação de um português, aqui no Brasil, pedindo Durex na farmácia. Ou a de uma mulher que, ao ser convidada a fazer algo, diz: “Não posso, estou com histórias”.

Ah, é uma pena tirar do topo as fotos daquela linda defunta (ainda mais pra ceder lugar a um post tosco como esse aqui), né? Deixava o blog mais “atraente”, por assim dizer. Mas uma hora haveria de acontecer. *lágrimas*

03
out
09

A Garota Perfeita.

Não, esse não é um post sobre a MME.

ATENÇÃO: o post apresenta imagens de mulher semi nua, o que pode ser considerado vulgar e ofensivo por algumas pessoas. E eu estou pouco me fodendo pra isso.

Há um caso antigo na internet, que me despertou muita curiosidade recentemente por se tratar de uma mulher muito gostosa.

A história é a seguinte:

Um indivíduo colocou, em uma das seções do tão conhecido site chamado 4chan, fotos de uma mulher loira, bonita, gostosa, deliciosa, perfeita, só de calcinha e sutiã, deitada em uma cama. Até aí tudo bem. O problema é que o mesmo indivíduo disse o seguinte, em seguida “vocês se masturbaram pensando em uma mulher morta”. A partir daí, o assunto virou polêmica e é discutido por aquelas terras até hoje.

As mulheres que me perdoem, mas, para melhor apresentação do caso, terei de colocar fotos da garota, aqui.

Eita.

Eita.

*babando*

*babando*

Acho que não me importo se ela está morta ou não, realmente. hmm

Acho que não me importo se ela está morta ou não, realmente. hmm

Dizem que a pulseirinha verde é aquela usada para caracterizar um morto que não morreu de causas naturais. Porém, comentam que também pode ser aquela usada no Leedsfest, um festival britânico de rock.

Claro que nada disso explicaria o que ela estaria realmente fazendo ali, nem quem tirou as fotos, nem nada.

A guria aparenta realmente estar morta, mas alguns fatos devem ser levados em consideração.

Primeiro, em um defunto  a pele não permanece rosada como a da linda garota em questão (principalmente em suas bochechas). No entanto, isso pode ser facilmente corrigido com maquiagem.

Disseram também que a posição dos olhos dela muda. Eu sinceramente não vi isso. A foto foi tirada de ângulos diferentes e, se prestarem bastante atenção, perceberão que os olhos não se movem, não. O fato é que os olhos de um morto são impossíveis de serem movidos. Quando a pessoa morre, eles travam na posição em que estavam.

Não precisa ser muito esperto pra perceber que as pernas dela mudam de posição, também. Mas o “fotógrafo necrofílico” pode facilmente ter movido ele mesmo. Assim como pode ter movido o colar de cruz, que aparentemente também se move. Só que isso teria que ser feito logo após a morte da menina, uma vez que, depois de um tempo, o corpo do cadáver endurece. Na verdade, é óbvio que, se ela está morta, as fotos foram tiradas pouco tempo depois da tragédia. Caso contrário, ela não teria essa aparência tão deliciosa.

Agora, o fato mais estranho, na minha opinião, é o queixo dela. Parece firmemente seguro, mantendo a boca completamente fechada. Um morto não consegue fazer isso. E, se o corpo dela ainda estava no estágio de amolecemento que ocorre logo após a morte, o queixo estaria caído, com a boca levemente aberta, por ação da gravidade. Então isso significa que ela está posando? Sei lá.

Conclusão? Nenhuma.

No site da onde copiei tirei esse post, contam uma história, que envolve bebedeira, pose para fotos e morte por ingestão de substância tóxica enrijecedora de músculos. Mas não acho que valha a pena contar a história aqui, uma vez que as histórias invetadas para explicar esse caso devem ser milhares.

O site na verdade é um artigo da Encyclopedia Dramatica e você encontra nesse link: perfection girl

Antes do acontecimento (bom, dá pra perceber que ela era um tanto promíscua, né? ) Na verdade, tenho minhas dúvidas. Será a mesma garota, realmente?

Antes do acontecimento (bom, dá pra perceber que ela era um tanto... safadinha, né?)




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