Arquivo para a categoria 'Momento da descontração.'

12
abr
10

O grito.

Ao contrário do que a imagem sugere, esse não é um post sobre esse filme tosco. Esse é um post sobre o grito, aquilo que acontece quando você grita.  Falo do ato de gritar.

Você já gritou? É bom, não é? O motivo não importa. O grito acontece quando você tem um sentimento muito forte dentro de você e não tem como esperar para chegar em casa e colocar uma frase no MSN. Até porque colocar uma frase no MSN não traz tanta satisfação quanto dar um belo grito.

Em certas situações, gritar é normal. Jogos de futebol, comemoração de gol, vitória em qualquer tipo de competição. Nessas ocasiões, todo mundo grita. E é uma delícia participar. Mas e nas outras situações?

Que outras situações? Aquelas em que só você tem dentro de si um sentimento forte o suficiente pra te fazer gritar. O problema é que você não vai querer fazer isso. Por quê? Simplesmente porque todo mundo te acharia louco.

Uma merda aconteceu, ou algo anda te incomodando muito, e você quer gritar (de desespero, de frustração, de raiva… não importa). Mas você não pode. Claro, você pode utilizar a técnica milenar de enfiar um travesseiro na cara e gritar. Mas daí não é tão legal. O que dá prazer é ver suas ondas sonoras ecoando pelo ambiente.

Também pode ser que você queira gritar porque algo muito bom aconteceu. Mas você não tem oportunidade pra isso. Tudo bem, alguns sortudos até conseguem, mas geralmente não é assim que funciona.

Imagine a situação. Você está andando pela rua (por qualquer motivo que seja) e recebe uma mensagem de texto no seu celular. Você lê e descobre que algo muito bom aconteceu. Algo que te faz querer gritar de alegria. Mas como você vai fazer isso, no meio da rua? Ou pior, no meio de um shopping? É frustrante, não é?

Não sei como é para as outras pessoas, mas eu particularmente me sinto muito frustrado por não poder gritar a hora que eu quiser, no lugar em que eu quiser, sem que mais ninguém saiba o motivo do meu grito. Tudo bem, eu até posso, mas não sem sofrer algumas consequências. É só ter a coragem.

O que eu quero dizer é que, talvez, o grito pudesse ser encarado como uma coisa mais normal. Eu queria poder gritar no meio da rua sem que todo mundo que tivesse os seus ouvidos atingidos me achasse um maluco.

É claro que isso poderia dar origem a algumas situações bizarras. Algumas leis deveriam ser estabelecidas. Por exemplo: “não gritarás durante pelo menos 15 minutos depois que alguém pelas redondezas já o tenha feito”. Ou então: “não gritarás em um banheiro público. Ou em um táxi. Ou em um elevador.  Ou em qualquer outro ambiente pequeno que abrigue alguém além de você.”

Imagino que você já passou por essa frustração de querer gritar e não poder. Então agora, pra finalizar o post, convido todos a gritarem comigo. Gritar em silêncio, é claro, pra nossa família (ou seja lá quem estiver com você) não nos colocar em um manicômio.

Prontos? Um, dois, três… já! AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH

(acho que quebrei a página)

Até a próxima.

09
out
09

Enquanto isso, na terra do Manuel…

portugas

Muito interessante, né?  Roubei lá do testosterona.

Comentaram também que nossa querida bunda, em sua totalidade, é conhecida por CU, mesmo.
Imagina a situação de uma mãe brigando com os filhos: “Seus canalhas! Vou meter a mão nos seus cus!”

Legal é a situação de um português, aqui no Brasil, pedindo Durex na farmácia. Ou a de uma mulher que, ao ser convidada a fazer algo, diz: “Não posso, estou com histórias”.

Ah, é uma pena tirar do topo as fotos daquela linda defunta (ainda mais pra ceder lugar a um post tosco como esse aqui), né? Deixava o blog mais “atraente”, por assim dizer. Mas uma hora haveria de acontecer. *lágrimas*




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